cooperativismo

O cooperativismo é mais do que a união de pessoas em torno de um objetivo em comum. Ele tem uma função social importante, pois auxilia produtores rurais, associados e colaboradores a se desenvolverem economicamente em suas atividades, por meio de valores como democracia, participação e transparência. Há mais de 80 anos, é isso que move a Ouro do Sul e torna a carne diferenciada: a dedicação que cada produtor rural coloca no cuidado com os animais e a posterior união para fortalecer uma cadeia de cooperados.

Conheça, abaixo, dois produtores rurais associados à Ouro do Sul, que explicam como ser sócio da cooperativa oferece garantia de renda e torna-se vantajoso socialmente.

DÉCIO NONNEMACHER

Décio Nonnemacher é sócio da Ouro do Sul há 10 anos, mas seus pais também vendiam suínos para a cooperativa. Ele possui 1600 animais alojados em três galpões e resume: “Há uma relação de confiança maior entre a cooperativa e o produtor. Temos a segurança de criar e ter venda garantida da produção”.

Este é um dos pilares que guiam a Ouro do Sul: todos os associados têm a venda da criação garantida, o que dá segurança econômica a eles. Nonnemacher também destaca a proximidade entre os produtores e a diretoria. Para resolver um problema ou tirar dúvidas, todos os encarregados são acessíveis e ele não precisa recorrer a intermediários na comunicação.

CLÁUDIO SCHUH

Cláudio Schuh é sócio da Ouro do Sul há 36 anos e foi pioneiro na criação de bovinos no sistema integrado. “Vender para a cooperativa é bem melhor, porque ela é dos associados, o que nos dá uma garantia maior”, destaca. O produtor rural cria em torno de 130 bovinos de corte em sua propriedade, localizada na cidade de Tupandi.

Além da forte representação junto aos produtores e associados, a Ouro do Sul é fundamental na economia gaúcha e na região do Vale do Caí, contribuindo na arrecadação do ICMS e na geração de empregos diretos e indiretos.

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